28 de outubro de 2011

Mensagem do Dia

Mantenha a amizade de seus amigos. Saiba retribuir com gratidão os benefícios que recebe.
Não seja ingrato! Se de alguem recebeu benefícios, não o esqueça, não o expulse da roda de sua amizade.
Não fira seus amigos, não magoe aqueles que muitas vezes se sacrificaram, para dar-lhe momentos de alegria. Não negue seu carinho àqueles que se desvelaram para proporcionar-lhe felicidade. Comece com seus amigos dentro de sua própria casa.


Meditação para Limpeza de Padrões





Nesta meditação trabalharemos a quebra de um padrão de pensamento. Assim, ela deverá ser repetida duas vezes ao dia, na hora de acordar e antes de dormir, por 21 dias seguidos.
Procure um lugar tranquilo onde não será incomodado. Sente-se com os pés no chão e com a coluna ereta. Respire profundamente três vezes e solte o ar pela boca.
"Imagine que você está subindo uma escada. Você segura a chave nas mãos, abre a porta e encontra um sótão cheio de bagunça. Imediatamente, abre as janelas, deixa o ar entrar e renovar o ambiente. Então começa uma grande faxina, separando o que presta; e o que não presta, vai colocando no lixo. Finalmente, quando você termina de limpar e arrumar tudo, sente um enorme prazer em estar ocupando esse agradável cômodo em sua casa".





27 de outubro de 2011

Mensagem do Dia

EVITE acusar e criticar.
Procure, antes, colaborar, sobretudo com seu exemplo digno e nobre.
Tudo tem sua razão de ser na vida, embora nem sempre saibamos compreender, porque não temos uma visão completa, já que só podemos ver  a superficie  das pessoas e das coisas.
Deixe o julgamento Àquele que vê os corações e que está dentro de cada um de nós lendo os mais secretos pensamentos e intenções.

25 de outubro de 2011

AS QUATRO LEIS DA ESPIRITUALIDADE


A Primeira Lei diz:
« A pessoa que chega é a pessoa certa ».
Significa que nada ocorre em nossas vidas por casualidade.
Todas as pessoas que nos rodeiam, que interagem conosco, estão ali por uma razão, para que possamos aprender e evoluir em cada situação.
A Segunda Lei diz:
« O que aconteceu é a única coisa que poderia ter acontecido. »
Nada, absolutamente nada que ocorre em nossas vidas poderia ter sido de outra maneira. Nem mesmo o detalhe mais insignificante!
Não existe: "se acontecesse tal coisa, talvez pudesse ter sido diferente...". Não!      O que ocorreu foi à única coisa que poderia ter ocorrido e teve que ser assim para que pudéssemos aprender essa lição e então seguir adiante.
Todas e cada uma das situações que ocorrem em nossas vidas são perfeitas, mesmo que nossa mente e nosso ego resistam em aceitá-las. 
A Terceira Lei diz:
« Qualquer momento que algo se inicia, é o momento certo. »
Tudo começa num momento determinado. Nem antes, nem depois!
Quando estamos preparados para que algo novo aconteça em nossas vidas, então será aí que terá início!
A Quarta e Última Lei diz:
« Quando algo termina, termina!
Simplesmente assim!
Se algo terminou em nossas vidas, é para nossa evolução!
Portanto é melhor desapegar, erguer a cabeça e seguir adiante, enriquecidos com mais essa experiência!  Creio que não é por acaso que você está lendo isto.
Se este texto chega até nós hoje é porque estamos preparados para entender que nenhum grão de areia, em momento algum, cai em lugar errado!!!
Viva Bem!
Ame com todo o seu Ser!
E permita-se ser Imensamente  Feliz!

16 de outubro de 2011

Pessimismo

Alerta aos pessimistas: pensamento negativo tem poder Gatilho hormonal é disparado no cérebro quando a pessoa crê que algo vai dar errado

"Ó, vida, ó, azar!", queixava-se a hiena Hardy Har Har, no clássico desenho animado, prevendo que as coisas não dariam certo. Agora, uma pesquisa provou que, de alguma forma, Hardy tinha razão. Se um paciente pensa que o tratamento não vai funcionar, ele provavelmente não irá, mesmo com as melhores técnicas ou os mais potentes medicamentos. Uma antiga crença popular acaba de ganhar comprovação científica. Publicado em fevereiro na revista Science Translational Medicine, um estudo liderado pela Universidade de Oxford, da Grã-Bretanha, com a participação de outras três instituições européias, mostrou que o pensamento negativo pode, sim, ter conseqüências nocivas. Pelo menos quando o assunto é saúde.
Decididos a desvendar os mistérios do cérebro e a testar se as convicções dos pacientes podem alterar o resultado de um tratamento, os cientistas reuniram 22 voluntários para uma bateria de exames. No laboratório, sem que os envolvidos soubessem, manipularam suas expectativas em relação à dor. Os resultados foram surpreendentes.

Imagine a cena: acomodados em um aparelho de ressonância magnética, com tubos intravenosos nos braços, os participantes foram expostos a uma dor física, provocada por uma fonte de calor. Pela corrente sanguínea, passaram a receber um analgésico potente.

Em determinado momento, ficaram sabendo que o medicamento seria cortado repentinamente. Quando isso aconteceu, os relatos de sofrimento aumentaram vertiginosamente. Nada demais, não fosse um pequeno detalhe: eles continuavam medicados. O mais curioso é que, por meio de imagens da atividade cerebral dos voluntários, os estudiosos confirmaram que eles realmente sentiam o desconforto relatado. Em outras palavras, a certeza de que a situação iria piorar anulou o efeito do remédio.

— Isso mostra que os médicos não podem subestimar a influência das expectativas negativas que os pacientes têm sobre o resultado de um tratamento —, declarou a professora Irene Tracey, do Centro de Ressonância Magnética Funcional do Cérebro da Universidade de Oxford, que comandou o trabalho.

Pessimistas

A conclusão também reforça algo que outras pesquisas já vinham apontando. Um levantamento desenvolvido em 2010 pela International Stress Management Association (Isma) revelou que, entre pessimistas inveterados, as chances de desenvolver moléstias — como problemas gástricos, dores musculares, arritmia e taquicardia — são maiores.

— Na ciência, classificamos os pessimistas como pessoas que interpretam as dificuldades como fracassos e sempre esperam o pior. Eles sofrem muito. Acham que o mundo é injusto, são inflexíveis e obsessivos.

Não raro, quanto mais pensamentos negativos nutrem, mais pessimistas ficam. Mas o que está por trás disso? O neurologista Pedro Schestatsky diz que a explicação passa por um conjunto de fatores. Em geral, sempre que uma pessoa crê que algo vai dar errado e vive uma situação de estresse, um gatilho hormonal é disparado no cérebro, e substâncias como cortisol e adrenalina são liberadas. É como se o órgão percebesse que há algo ruim por vir e preparasse o corpo para a guerra — mantendo-o em estado de hipervigilância.

Em pessoas saudáveis, essas descargas são comuns e até benéficas. O problema é que, no caso dos pessimistas, passam a ser contínuas. O resultado da cascata hormonal é a diminuição da capacidade de suportar a dor e o enfraquecimento do sistema imunológico, abrindo brechas a doenças. Por essa e por outras razões, Schestatsky comemora o resultado da pesquisa britânica:

— O estudo comprova o quanto é importante o médico conversar com seu paciente, entender o que se passa na cabeça dele e trabalhar isso. Não adianta atendê-lo em cinco minutos e prescrever um remédio sem um vínculo terapêutico. Se a expectativa for ruim, tem tudo para dar errado.

A técnica
Para ajudar pacientes a superarem o negativismo, a psicóloga Ana Maria Rossi costuma ensinar um método simples, desenvolvido na década de 80, chamado de técnica da visualização. Funciona assim:


1. Sempre que você estiver em uma situação que desencadeie algum pensamento negativo, pare o que está fazendo e respire fundo.


2. A idéia é que você "engane" seu cérebro. Em função de fatores neurológicos, ele não diferencia o real do imaginado. Para isso, antes que ele comece a produzir os hormônios relacionados ao pessimismo, substitua o pensamento negativo por um positivo e visualize a cena.


3. Repita o processo sempre que necessário e se programe para agir dessa forma até que passe a ser algo natural.


Problema tem solução

Pessimistas são como peixes presos a uma rede em alto-mar. Não é fácil se libertar da trama e dar um basta aos pensamentos negativos, afirmam os médicos. Mas não é impossível.
 
— O problema é que quando o pessimista vê uma luz no fim do túnel, acha que é a locomotiva que vem vindo. Ele se alimenta de fatos negativos. É um obsessivo.
O neurologista Pedro Schestatsky, coordenador do Comitê de Dor da Sociedade Européia de Neurologia, vai mais longe: muitos desses pacientes, na verdade, têm transtorno de personalidade catastrófica:

— Eles supervalorizam a dor, como aqueles sujeitos que têm uma unha encravada e acham que vão morrer.

Não raro,  o quadro está associado a depressão ou ansiedade. Dependendo da gravidade dos sintomas, o paciente só supera a situação com terapia ou medicamentos.

— É difícil, mas se a pessoa reconhecer o problema, consegue vencer — ressalta Lejderman.


Publicado no Jornal Zero Hora de 29/03/11.